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Advogado Online
Marlene Freire dos Santos Silva
Teixeira de Freitas (BA)
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Marlene Freire dos Santos Silva
Comentário ·
há 9 anos
A nobre advocacia dos iniciantes
Amanda Stallmach
·
há 9 anos
Cara colega Cibele, assim como você sou advogada iniciante apesar de não ser uma advogada jovem. Abandonei meu emprego ainda quando estudava e de posse da OAB abri junto com uma colega nosso próprio escritório. Viver da advocacia nesse início de carreira tá sendo um grande desafio. Se você puder conciliar pelo menos nesse início de carreira o seu emprego e a profissão é a minha humilde sugestão que lhe deixo.
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Marlene Freire dos Santos Silva
Comentário ·
há 10 anos
Eu vi escrito a sigla P.R.I. no final da sentença. O que isso quer dizer?
Rick Leal Frazão
·
há 10 anos
Escreve com bastante clareza e com muito humor Dr Rick. Continue nos presenteando com seus textos. Parabéns!!!
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Marlene Freire dos Santos Silva
Comentário ·
há 10 anos
O melancólico drama de um jovem advogado
Canal Ciências Criminais
·
há 10 anos
Caro Douglas, suas palavras reproduziram o que sinto nesse árduo início da profissão e só pra você entender o quanto me identifico com o seu texto, me encaixo justamente entre os que formaram tardiamente, então, não será necessário dizer muito... para não ser repetitiva. Resta-me apenas esperança que antes dos cem anos ainda dá tempo de mudar a minha história. Rsrs... Parabéns pela coragem de compartilhar a sua história.
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Fátima Burégio
Comentário ·
há 7 anos
A vida é uma questão de escolhas. Não é?
Pedro Custódio
·
há 7 anos
Este texto mescla carreiras, propósitos de vida e decisões. Tudo o que amo! Enveredar para as inevitáveis reflexões filosóficas da vida através deste escrito, é preciso. Então, segura o leme, amigo!
Sabe Pedro, na vida, como a danada é uma faculdade onde a gente nunca se gradua e nem se especializa, o melhor é ir vivendo cada dia, de forma única, feliz, convicto de que está (no momento) fazendo o que tem que ser feito e tendo em mente que se não fez melhor, foi porque desconhecia.
O problema dá-se quando o homem tem convicção de que está andando em círculos como um cãozinho nervoso, mas nada faz para mudar circunstâncias. Comodismo é uma lepra, meu caro!
Saber experimentar os dois lados da vida (bonança e escassez) torna o homem mais sábio, calejado e cauteloso.
O danado é que, infelizmente, se vive numa sociedade em que se persegue a ostentação e perfeição em tudo; mesmo sabendo que somos imperfeitos e que nos esforçamos para perseguir a perfeição; inclusive em nossos atos diários.
Moral da história: - Se cobra demais, e, consequentemente, se vive de menos.
Quando jovem, escutava o lindo cantor Júlio Iglesias, cantarolar: Esqueci de viver, esqueci de viver... Uma poesia cantada.
Naquela época, eu, muito jovem, já dizia dentro de mim mesma: - Eu vou é viver tudo o que tenho direito!
Errei muito. Acertei um bocado, mas, como o rei RC, leciona: - Se chorei, ou se sorri, o importante é que emoções eu vivi.
Hoje as pessoas têm medo até de se aproximarem umas das outras. Já percebeu?
As amizades virtuais, distantes e líquidas estão na moda...
O homem, em sua maioria, mais infeliz de que nunca; segue uma vidinha medíocre, exibindo sorrisos largos e plastificados nas redes sociais, mas o interior arde de solidão.
Exibe conquistas, mas é um derrotado, emocionalmente tratando. Busca status, quando deveria buscar motivações para viver.
Granjeia cinco; conquista; segue infeliz. Granjeia dez; conquista; segue infeliz. Granjeia quinze; consegue; segue infeliz...
Amigo, do alto meu observatório humano, sigo cada dia mais unida com as pessoas que me cercam; tenho poucas amizades, mas duradouras, exibo um sorriso sincero ao meu semelhante, vivo uma vidinha boa danada; e o melhor: desfruto de tudo isto, ostentando uma cifra bancária ínfima, pois tenho convicção que o dinheiro é um ótimo servo, mas um péssimo patrão!
Óbvio que luto todos os dias por cifras mais robustas e dias ainda mais amenos; todavia, descobri a delícia de ser feliz, tendo e usufruindo com o que denomino: ‘o que temos pra hoje’.
Quando pego-me meio apreensiva com o porvir, lembro que perdi em 1998 uma amiga íntima vitimada por um câncer agressivo, e, em 4 meses estava a enterrar a minha Nega querida.
Minha Nega, como eu carinhosamente a chamava, deu-me alguns conselhos antes da partida, recomendando-me: - Burégio, viva a vida! – Seja responsável, mas não leve a vida tão a sério! - Curta a vida, minha filha!
Recentemente, li a reportagem de uma médica catarinense que antes de falecer, deixou um bilhete emocionante.
Eis o link do bilhete: https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/noticia/2018/12/30/médica-catarinense-que-morreu-apos-cancer-deixou-carta-de-despedida-com-reflexoeseconselhosavidaehoje.ghtml
Assim, vivo muito, curto muito, aprecio pessoas, animais, natureza e adoro um Ser Divino que outras pessoas o repudiam, outros o hostilizam e outros não acreditam Nele. Pouco importa.
Sei que há um porvir, mas aproveito a estadia terrena, despedindo-me diariamente do mundo, como se estivesse sempre de malas prontas para partir.
Aprendi que caixão não tem gavetas, e que nunca vi, e nem verei, um funeral saindo ao lado de um caminhão de mudanças...
O resultado deste estilo de vida escolhido, é: saúde emocional, desapego exalando pelos poros, foco, determinação e muita cuca fresca e paciência para lidar com o meu semelhante que ainda não bebeu desta fonte denominada ‘vida’, que jorra de forma triunfal, mas poucos bebem dela.
Um abraço afetuoso!
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Fernando Souto
Comentário ·
há 7 anos
- Lamentavelmente, estamos impedindo que uma pessoa lute pela vida! Disse o Desembargador ao negar medicamento
Fátima Burégio
·
há 7 anos
Prezada Doutora Fátima.
Achei muito interessante seu artigo e, diante da experiência que nosso escritório tem com a matéria (medicamentos de elevado valor agragado e o Direito Constitucioanl à vida) achei uma boa idéia comentar a decisão / fundamentação do nobre julgador. Entendo que o Ilustre Desembargador ao contrário de jogar nos ombros do Tribunal Superior deveria ter a CORAGEM de decidir de forma contrária. Se o REsp não tiver o efeito vinculante sua decisão será sobrerana (do colegiado) cabendo ao Plano de Saúde o ônus de manejar o Recurso Excepcional cabível. Enquanto isto o doente estaria recebendo o medicamento.
Entendo ser uma questão difícil mas muitos magistrados tem usado seu livre convencimento e decidido a favor da vida.
Louvo e menciono por dever de Justiça o Egrégio TJRJ que tem se alinhado historicamente com a mencionada gatrantia constitucional.
Temos conseguido inúmeras vezes obter decisão favorável ao fornecimento de medicamentos sem Registro no Brasil usando como referência uma decisão da própria ANVISA que autoriza a obtenção desses medicamentos quando eles tem registro no país de origem desde que sejam importações para uso pessoal, sem fim comercial. Isto também afasta a tipicidade alegada pelo P. S. argumentando ser crime fornecer remédio não registrado no país. Contra este argumento existe sempre o estado de necessidade que afasta o tipo.
Algumas decisões do TJRJ tem levado em conta esta abertura. Consegui inúmeras sentenças favoráveis à obtenção de fármacos como p. ex. o REVLIMID que somente teve autorizada sua comecialização em início de 2017 ou 18.
Sucesso para a colega.
Fernando Souto
OAB/RJ 139.852
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Euclides Araujo
Comentário ·
há 7 anos
- Lamentavelmente, estamos impedindo que uma pessoa lute pela vida! Disse o Desembargador ao negar medicamento
Fátima Burégio
·
há 7 anos
Nobres colegas, concordo em número, gênero e grau com o colega de profissão Fernando Souto. Inobstante as lamúrias do nobre Desembargador, acredito que lhe faltou um pouco de coragem. Ademais, conforme foi bem asseverado, a decisão do Desembargador é soberana e não lhe faltaria fundamentos legais para conceder o direito em favor deste cidadão moribundo, pois no Estado Democrático de Direito, preserva-se o bem maior do cidadão, a vida. Neste caso demonstrou-se, a vida do ser humano não vale tanto, mas o direito econômico destes grandes conglomerados dos planos de saúde é mais importante e valioso em nome do lucro. A que ponto chegamos, não tenho palavras para expressar minha indignação e minha tristeza. Neste caso, não tenho orgulho de ser brasileiro e digo mais, como nossos magistrados estão despreparados para lhe dar com casos desta natureza, como estão despreparados para entender a responsabilidade que eles tem com seus jurisdicionados. Espero que este caso chegue ao Supremo antes que seja tarde demais para este cidadão moribundo, pois no mínimo, um dos princípios constitucionais norteadores do direito a vida esta sendo violentado com esta decisão e com a decisão do STJ. Estou de luto, pois estou vendo o verdadeiro objetivo do poder judiciário falecer. Que Deus nos ajude e mais ainda a este cidadão moribundo.
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